Em tempo encoberto, de sono desperto:
Como lidar com um mundo dormente sem os delírios da terra natal?
Lembro do povo terno de Natal que me chega em sensação de fruta e mar, de eterno sol.
Sinto a brisa quente do sertão invadindo a minha coberta, subindo o meu colchão.
Tento acordar num tempo melhor, trazendo o novo pra toda essa gente que vive sem pena e morre sem dó.
Seis meses e nada
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Seis meses passaram
Quase férias de novo
Não quero mandá-la pra escola
Não acho seguro pra saúde
Acabou de acabar a esperança
Uma noite inteira inso...
Tempo que arde
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Vivemos como quem invade
a montanha do tempo,
subindo, a vencer.
Vivemos pois aqui nasce,
antes do sol, novo amanhecer.
Vivemos hoje no alarde
de um nov...
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