O balanço do trem
me balança também
a esprera maior
embalança
e nos lança tão bem
frente à ânsia
do mal, no chegar pontual:
a esperança
encaminhando à estação
vago vagão,
sol de festa
balanceando,
nos retrilhando
um clarão
quando aperta:
Um raiol do que resta
na treva da Serra sem fim.
Terminal afinal,
Luz em mim.
Seis meses e nada
-
Seis meses passaram
Quase férias de novo
Não quero mandá-la pra escola
Não acho seguro pra saúde
Acabou de acabar a esperança
Uma noite inteira inso...
Tempo que arde
-
Vivemos como quem invade
a montanha do tempo,
subindo, a vencer.
Vivemos pois aqui nasce,
antes do sol, novo amanhecer.
Vivemos hoje no alarde
de um nov...
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